Pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, publicaram essa semana um estudo na revista Nature Neuroscience, onde afirmam que o contato social neutraliza os efeitos negativos que o exercício pode ter sobre a atividade cerebral.
Logo, os cientistas afirmam que o cérebro da pessoa que pratica corrida sozinha, não é tão beneficiado como os cérebros das pessoas que praticam atividades físicas em grupos.
Ficou comprovado que a corrida melhora a coordenação espacial e intensifica a comunicação entre os neurônios. Por outro lado, a atividade física também aumenta os níveis do hormônio corticosterona, que pode diminuir a produção de novas células cerebrais - um processo conhecido como neurogênese.
Em pesquisas com ratos, em todos os casos, a corrida provocou aumento da corticosterona, mas apenas os ratos que corriam sozinhos estavam vulneráveis à influência negativa do hormônio. Pesquisas anteriores já atestavam que a atividade física é fundamental para diminuir o risco de demência.
Texto: Cassiano Sampaio
Fonte: Redação Saúde em Movimento